👘 Flash Review: Loot (For Adventurers)
Explicando em 3min a última febre dos jogos + NFTs.
Dom Hofmann é o cara que criou o Vine (app de vídeos curtos pré-TikTok). É bem querido na comunidade de tecnologia, e um bocado visionário. Nos últimos meses, tem se dedicado a smart contracts. Lançou uma coleção de NFTs (Blitmaps), e, há dias, anunciou que está desenvolvendo o projeto de "um console de jogos de videogame on-chain" (Supchain). Enquanto isso, resolveu pilotar uma ideia.
Lançou um contrato em que qualquer um podia mintar LOOT: um NFT criado randomicamente a partir de listas de itens e atributos (prefixos/sufixos) contidos no contrato de mintagem. Cada NFT "nasceu" com 8 itens, renderizados na forma de um texto branco tosco em cima de fundo preto. Eram 8.000 LOOT no total. Quem joga videogame certamente sabe o que significa "loot".
A inovação do Dom foi simplificar o "storybuilding" à sua pedra fundamental - os CryptoPunks viram florescer um universo em cima deles justo porque a arte (pixelizada) deixa muito espaço pra imaginação; LOOT leva isso ao extremo. O contrato dos LOOTs funciona como um inventório: qualquer um pode "query" ele (ler ele) e saber qual é e o que tem dentro do loot de um dado jogador. Tão vendo onde isso vai dar, né?
Em poucas horas, um membro da comunidade criou e distribui (do mesmo jeito, mintagem de graça) SCORE - as skills que acompanham cada LOOT. Depois, REALMs - terrenos em um mapa fictício, gerado programaticamente, cada um com certos recursos e obstáculos naturais. Então, lançaram a AGLD (Adventure Gold) - moeda in-game dos LOOT - que chegou a representar mais de 60 mil dólares de airdrop para detentores de LOOT.
Assista o vídeo para entender melhor 👇